Levantámo-nos cedíssimo e fomos até Amsterdão, embora o pé do Filipe não tenha melhorado nem um bocadinho. Quando saímos de casa, o weather.com dizia que estavam 14 graus negativos em Roterdão.Chegámos à Centraal Station de Amsterdão e reparámos numa coisa de que já tinhamos ouvido falar, mas que ainda não tínhamos visto.
A comida de parede. Mete-se uma moedinha e sai um salgado ou um hamburger quentinho.
Centraal Station de Amsterdão
Amsterdão não tem nada a ver Roterdão. Esta tem imensos prédios altos, imensa gente a correr para o trabalho, enquanto que Amsterdão, onde se vêem cem mil vezes mais turistas (dados estatísticos by Mariana lol), parece, apesar de ter também um certo frenesim, muito mais pacata e, simultaneamente, mais desperta para as pessoas, muito mais viva.
A primeira foto que nos tiraram aqui :) Em frente ao City Hall e ao Madame Tussauds.
Daqui seguimos para a casa de Anne Frank. Estivemos uns vinte minutos à espera e lá entrámos. A casa foi preservada, mas, seguindo o desejo do pai da rapariga, Otto Frank, não tem qualquer mobília. De qualquer maneira, a mobília original foi toda levada da casa quando as duas famílias que ali se escondiam foram descobertas.
À medida que passamos de divisão em divisão, podemos ir lendo excertos do diário e ver documentários das pessoas que os ajudaram a esconder e também do pai, o único daquela casa que sobreviveu aos campos de concentração.
No fim, damos de caras com o diário original. O que eu não sabia, e que foi engraçado descobrir, é que Anne Frank ouviu o primeiro ministro holandês dizer na rádio que depois da guerra terminar iriam recolher cartas e diários escritos durante a guerra, pelo que reviu o diário, ao mesmo tempo que continuava a escrever o original. O diário de Anne Frank tem, assim, duas versões: a original e a revista por ela.
Anne Frankhuis. Lá dentro não se podia tirar fotografias, mas aqui fica a imagem do exterior.
Antes de irmos à casa de Anne Frank, passámos por uma coisa chamada Pink Point - Information for Gays & Lesbians. Ao lado estava o monumento gay, aquele triângulo estúpido que se vê na foto, onde não era suposto eu ter aparecido, mas o Filipe achou muita piada a tirar uma única foto àquela coisa justamente comigo à frente.
Da casa de Anne Frank, seguimos para a zona da Red Light. A zona das putas. Eu sei que estou a usar linguagem menos adequada, mas aqui os holandeses não têm quaisquer problemas em dizer asneiras e falar à vontade sobre qualquer coisa, desde que não sejam coisas que fujam à etiqueta deles, como por exemplo falar de quanto alguém
ganha.
Passámos em frente ao museu do cannabis, mas não entrámos, porque depois não dava tempo para tudo.
Portanto, fomos ver as meninas. Naquela zona, não convém mesmo tirar fotos, por isso, como devem calcular, o máximo que vos posso fazer é uma descrição das meninas. Parecem autênticas bonecas insufláveis, com plástico a mais nas mamas e na boca, mas o engraçado é que a maioria delas não são nada feias, muito pelo contrário. Encontra-se cada cavalona de lingerie que até faz impressão.
Passámos em frente à Bulldog, a coffeeshop mais antiga de Amsterdão.
E depois encontrámos uma rua apertadinha entre as casas, a que achámos uma piada enorme e que deu direito a foto.
Daqui mudámos de zona, fomos até Leidseplein...
... andámos até ao Vondelpark, um parque enorme onde os canais estavam congelados e as pessoas andavam a patinar e com trenós, pelo que também resolvemos ir para lá tentar não dar um daqueles bate-cus dolorosos e embaraçosos, que quase aconteceram...
Continuámos a andar até à zona dos museus. Aqui não entrámos em nenhum, o Filipe já tinha visto a maior parte antes e a ideia da viagem era só conhecer um pouco a cidade, depois irei lá ver com calma o Rijksmuseum e o Museu Van Gogh.
Por último, fomos à Heineken Experience, uma antiga fábrica da Heineken, transformada em museu, que nos mostra como a cerveja é feita, com que ingredientes, a história da empresa, os seus valores, onde nos dão a provar a dita (duas vezes) e que termina com uma série de brincadeiras engraçadas.
:)
a primeira cerveja
fico bem de smoking? ;p
o frigorífico de casa ;)

Trailer inédito do novo James Bond
Patetices ;)
Depois fomos até à centraal station apanhar o comboio de volta a Roterdão.
ola..
ResponderEliminargostei muito do vosso blog!!!
gostaria que me dessem umas dicas pois vou pra roterdao em fevereiro, e um dia a amesterdao... sera dificil dar com a casa de anne frank????
claudia
olá!
ResponderEliminarNão sei se vens visitar apenas ou se vens por mais tempo. Roterdão em si vê-se num dia ou dois e não é uma cidade propriamente bonita, aconselho muito mais a ida a Amsterdão, Haia, Utrecht e por aí fora.
Dar com a casa de Anne Frank não é difícil, até porque em Amsterdão é muito mais fácil orientarmo-nos por causa dos canais. Um simples mapa (eu usei o guia da American Express, mas facilmente podes arranjar isso no posto de turismo - VVV - da Central Station ou mesmo no aeroporto de Amsterdão).
Qualquer coisa que precises manda-me um mail para mariana.fidalgo.rotterdam@gmail.com.
Beijinhos