Hoje, ao abrir a porta, estava tudo normal, com sol, sem neve e um frio de rachar, mas quando cheguei à universidade parecia que tinha migrado para a terra do gelo.
Em Portugal os aquecedores e as lenhas esgotaram com uma temperatura que aqui seria bem apreciada.
Ontem fomos até ao Concordia, um bar em frente a uma das residências, a International House, onde se reúnem todos os estudantes internacionais todas as quartas e domingos. Entre as 22h e as 23h há a happy hour, em que pedimos x e nos dão o dobro da quantidade, pagando apenas x. Eu e a Elin (sueca) resolvemos atacar no vinho branco e no sumo de maçã (os sumos não se pagavam).
A Sandra depois de nos ter avisado muitas vezes nos últimos dias que não podia beber mais do que um copo de vinho, lá nos seguiu com dois copos também. Passado um bocadinho estava tudo na amena cavaqueira e galhofa. O momento ideal para photo time!!!
Reinaldo, Sandra, eu, Lorenzo e uma espanhola cujo nome não fixei (é muito fácil acontecer...)
Aqui juntaram-se os cipriotas Panayiotis e Fanis, bem como o Adam
A ala masculina: Reinaldo, Cyprus, Panayiotis, Fanis e Adam
Uma tentativa de foto que apenas apanhou o Reinaldo e a Melissa (australiana, que no dia anterior, com alguns copos em cima, perdeu o casaco não sei quantas vezes e andou a tentar que toda a gente a imitasse e beijasse as fotos da raínha Beatriz expostas na parede do Eindeloos)
Do Concordia era suposto irmos até ao Cinema, um bar no centro de Rotterdam. Lá fomos a pé até lá e vimos onde era. Os cipriotas entraram e o resto veio tudo recambiado para casa, a acusar algum cansaço, frio e aulas no dia seguinte. Despedi-me de todos e vim com a Sandra e o Adam, como de costume, até à Central Station, seguindo depois sozinha até casa.
Basicamente foi como se tivesse vindo da universidade a pé para casa, que até nem custa muito com gente ao lado e sempre a rir, mas que nunca me dignei a tentar fazer sozinha.
De manhã, lá fui para as aulas. O avião do Filipe foi parar à Alemanha, por causa do mau tempo e, por isso, ele cansou-se ainda mais e demorou mais umas horas a chegar. Fui ter com ele à Central Station e viemos até casa pousar as coisas.
A Emilia estava por casa, estivemos a falar um bocadinho, depois apareceu o italiano que mora em frente e, no meio da conversa à porta de casa com ele, ela deparou-se com o seguinte cenário na cozinha:

Um rato. Morto. No chão da cozinha.
Ela disse que no mês passado também já tinha visto um e tinha dito ao Niels, que lhe respondeu que em todas as casas holandesas há ratos. Muito mais descansada. Há ratos na minha casa a passear...
Depois de conjecturarmos como raio tinha o animal morrido assim esparramado, cada uma seguiu para o seu quarto e o rato ... lá ficou. Eu e o Filipe saímos para dar uma volta pelo centro e o rato... ficou no mesmo sítio.
Beurs World Trade Center
Beurs Plein
St Laurenskerk
Blaak
Blaak
Cubic Houses
Witte Huis
Quando voltámos a casa, depois de uma ida ao supermercado, o rato estava pendurado ao lado do frigorífico. Encontrámos o Niels, que tinha sido o autor de semelhante piada, que disse que já esta semana tinha encontrado um meio morto meio vivo na cozinha (ele deitou-o pela sanita abaixo.....) e que explicou que nas casas mais antigas é normal. Esta, pelos vistos, é dos anos 20.
O rato, entretanto, já foi para o lixo.
Já tás mais animada. Nem pareces a mesma. O casaquito novo deu geitito, nã foi? Beijoquinhas Grandes
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