terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Delfshaven,Hotel New York, Estádio do Feyenoord, Cubic Houses por dentro e Maritim Museum

Domingo, voltámos a acordar cedo. Saímos de casa para ir ver o Estádio do Feyenoord, fomos até à Centraal Station, entrámos no eléctrico certo, mas na direcção errada. A meio do caminho, lá descobrimos isso e saímos. Como estávamos para os lados de uma zona histórica que era suposto vermos no final do dia, tentámos encontrar o caminho, já que a rua onde estávamos nem aparecia no mapa que tínhamos connosco.
Depois de encontrarmos uma estação de metro, que dá sempre jeito para orientar, lá seguimos num metro muito mal cheiroso e com gente um bocadinho estranha. Ao sair da estação, deparámo-nos com uma rua cheia de lixo no chão, pouca gente na rua e também algo estranhas. Perguntámos o caminho a uns senhores velhotes que iam a passar, que lá nos indicaram onde era a histórica Delfshaven.



Se clicarem ali em cima no "Delfshaven", podem perceber que foi deste porto que partiram os Pilgrim Fathers holandeses partiram para os EUA em 1620. É um pequeno porto um porto com veleiros antigos, em que os armazéns foram transformados em lojas de antiguidades, quadros e livros. Delfshaven é também famosa por ser onde nasceu o herói naval nacional Piet Hein (e não, não é o ex-marido da Alexandra Lencastre).



Foi também onde vi o meu primeiro moinho na Holanda. Estava fechado, só abre às quartas e sábados.
Delfshaven pertence agora à cidade de Roterdão, apesar de antes pertencer ao município de Delft. No entanto, a sensação que temos quando lá chegamos é que mudámos da cidade estranha, grande e ultra moderna para uma pacata aldeia à beira mar.




Primo, estou a usar as luvas e o cachecol!!!! :p

Depois fomos então para o outro lado do rio, onde ficam o Hotel New York e o Estádio do Feyenoord.



Chegados à margem sul, resolvemos tirar fotos com o porto lá ao fundo no meio do nevoeiro por trás..



... e com a Ponte Erasmus. Estava um frio horrível, porque junto ao rio estava uma ventania insuportável.



Fomos a correr ver o Hotel New York, que foi criado no início do século XX como sede da antiga linha Holanda-América. Ao lado vê-se o edifício Montevideo.



Apanhámos o eléctrico e fomos até à zona do Estádio, onde aproveitámos para comer... no Mac.



Seguimos até ao centro, onde fomos visitar uma casa cúbica por dentro, coisa que só é possível aos sábados e domingos entre as 11h e as 17h.







Daqui fomos visitar o museu marítimo, onde não se podia tirar fotos, mas nós tirámos duas. O museu em si é uma seca e não vale a pena gastar 7,5€ para o ver.





A única coisa que se aproveita é mesmo o De Buffel, um antigo navio blindado, que durante muitos anos foi um navio-escola. O bilhete do museu marítimo supostamente era também o bilhete para este navio, mas ninguém verificou se tínhamos bilhete.
O De Buffel está todo cheio de figuras humanas por todo o lado e cada sala tem um som de fundo exactamente como se estivesse em funcionamento. Eu entrei numa sozinha e assustei-me com um "psst" repentino, que me levou a dar um grito quando vi um boneco mesmo atrás de mim.











Fomos os últimos visitantes a sair do navio, por ordem dos altifalantes onde uma senhora nos dizia que o museu ia fechar a qualquer minuto. Fomos para casa descansar, o pé do Filipe estava cada vez pior e tínhamos de nos levantar às quatro e meia da manhã para ele ir apanhar o comboio para Eindhoven, já que o avião era de manhãzinha.

Sem comentários:

Enviar um comentário